Título: A desconstrução de Mara Dyer
Autora: Michelle Hodkin
 Editora: Galera Record
 Gênero: Terror/suspense(com um leve toque de romance)
 Ano: 2013
Páginas: 370
 Nota:5/5(+♥)
Sinopse: Um grupo de amigos... Uma tábua ouija... Um presságio de morte. Mara Dyer não estava interessada em mensagens do além. Mas para não estragar a diversão da melhor amiga justo em seu aniversário ela decide embarcar na brincadeira. Apenas para receber um recado de sangue. Parecia uma simples piada de mau gosto... até que todos os presentes com exceção de Mara morrem no desabamento de um velho sanatório abandonado. O que o grupo estaria fazendo em um prédio condenado? A resposta parece estar perdida na mente perturbada de Mara. Mas depois de sobreviver à traumática experiência é natural que a menina se proteja com uma amnésia seletiva. Afinal, ela perdeu a melhor amiga, o namorado e a irmã do rapaz. Para ajudá-la a superar o trauma a família decide mudar para uma nova cidade, um novo começo. Todos estão empenhados em esquecer. E Mara só quer lembrar. Ainda mais com as alucinações - ou seriam premonições? - Os corpos e o véu entre realidade, pesadelo e sanidade se esgarçando dia a dia. Ela precisa entender o que houve para ter uma chance de impedir a loucura de tomá-la....

Vamos lá, devagar para não fazer besteira.Esse livro vai ser extremamente difícil de resenhar pelo simples fato de ser um dos melhores livros que já li até hoje! A autora te prende de um forma tão incrível que é quase impossível largar a leitura( a não ser de noite se não dá ruim hehe)

O livro é narrado pelo ponto de vista de Mara Dyer a única sobrevivente de um trágico acidente que levou a vida de três jovens. Apesar de ser a única sobrevivente ela não se lembra de nada e um certo "peso" começa a pairar sobre ela. Justamente com o pai a mãe e seus dois irmãos, Mara se muda para Miami,e, é ai que o circo começa a pegar fogo; por que ela passa a ver seus amigos mortos a partir de um olhar no espelho ou aparecendo no meio da escola. A mente dela fica muito confusa e nós leitores ficamos confusos juntos por que é muito complicado distinguir o que é verdade ou uma alucinação e isso gera uma agonia e curiosidade quase insuportável. A mente da personagem é algo muito bem construido os pensamentos dela...ahh! Não dá para explicar digitando.

Além de ter alucinações/ premonições, Mara desenvolveu uma espécie de  dom com relação a morte e quando esse "dom" começa a agira, Deus do céu! É simples e ao mesmo tempo fascinante e aterrorizante. 

Rachadoras apareceram nas paredes da sala de aula conforme umas vinte cabeças se voltaram na minha direção. As fissuras dispararam para cima, cada vez mais altas, até que o teto começou a desabar. Minha garganta ficou seca. Ninguém disse nada, muito embora a sala estivesse coberta de poeira, muito embora eu achasse que fosse sufocar.
Porque não estava acontecendo com mais ninguém. Só comigo.


 - Não há nada que ninguém possa fazer para consertar isso - eu disse baixinho. Finalmente.
Mas então Noah se voltou para mim. O rosto estava anormalmente aberto e sincero, mas os olhos eram desafiadores ao encararem os meus. Minha pulsação disparou sem meu consentimento.
 - Me deixe tentar.
Todos os personagens são cativantes: Desde os irmãos de Mara até o  lindo e sexy Noah( um personagem muito importante para a história logo de cara dá para notar) Michelly Hodkin consegui nos inserir com maestria nos pensamentos de Mara. Recomendo para quem que se envolver e sair um pouco do simples romance.

Título: Claros sinais de Loucura
Autora: Karen Harrington
Editora: Intrínseca
Gênero: Drama/Comédia
Ano: 2014
 Páginas:256
 Nota:5/5
Sinopse: Você nunca conheceu ninguém como Sarah Nelson. Enquanto a maioria dos amigos adora Harry Potter, ela passa o tempo escrevendo cartas para Atticus Finch, o advogado de O sol é para todos. Coleciona palavras-problema em um diário, tem uma planta como melhor amiga e vive tentando achar em si mesma sinais de que está ficando louca. Não é à toa: a mãe tentou afogá-la e ao irmão quando eles tinham apenas dois anos, e desde então mora em uma instituição psiquiátrica. O pai, professor, tornou-se alcoólatra. Fugindo da notoriedade do crime, ele e Sarah já se mudaram de diversas cidades, e a menina jamais se sentiu em casa em nenhuma delas. Com a chegada do verão em que completa doze anos, ela está cada vez mais apreensiva. Sente falta de um pai mais presente e das experiências que não viveu com a mãe, já se acha grande demais para passar as férias na casa dos avós, está preocupada com a árvore genealógica que fará na escola e ansiosa pelo primeiro beijo de língua que ainda não aconteceu. Mas a vida não pode ser só de preocupações, e, entre uma descoberta e outra, Sarah vai perceber que seu verão tem tudo para ser muito mais. Bem como seu futuro.
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